Influenza A (H1N1) - Web democratiza informação e evidências científicas
Por: Ray  em: Qua 03 of Jun, 2009 [02:38 UTC]  (139 leituras)
Organização dos Serviços de Vigilânc
Influenza A (H1N1) - Web democratiza informação e evidências científicas

A velocidade com que a influenza A (H1N1) espalhou-se na Web foi maior que a propagação da doença pelo mundo. Este é sem dúvida um fato auspicioso. Uma pesquisa no Google com a frase "Influenza A H1N1" no dia 15 de maio de 2009 teve mais de 7,2 milhões de respostas, cerca de mil vezes mais que os 7.520 casos de seres humanos infectados que foram informados oficialmente no mesmo dia por 34 países segundo o registro oficial da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Algumas semanas após a divulgação da epidemia no México têm sido observadas as mais variadas reações na Internet, como prenúncios de uma grande epidemia, polêmicas sobre a atuação das autoridades internacionais e nacionais, ações de solidariedade, exploração comercial, muito spam e, principalmente, muita informação valiosa. No conjunto a reação é muito positiva. "Estou impressionada com a capacidade que temos com as tecnologias de informação e comunicação", afirmou Mirta Roses Periago, Diretora da Organização Pan-Americana? da Saúde (OPAS) e epidemiologista, em reportagem para a revista Science.

Portal Influenza A (H1N1) na BVS

A Centro Latino-Americano? e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde (BIREME/OPAS/OMS) lançou no começo de maio de 2009 o Portal Influenza A (H1N1) na Biblioteca Virtual em Saúde (BVS). Disponível em espanhol, inglês e português, o portal tem por objetivo disseminar informação e evidências científicas atualizadas e responder à demanda de informação nos diferentes aspectos da doença para orientar a tomada de decisões.

A iniciativa complementa com informação científica e técnica da BVS e outras fontes as ações da OMS e OPAS. Baseado na metodologia da BVS de operar redes fontes de informação científica e técnica, o portal apresenta uma organização de conteúdos e de instrumentos de recuperação orientados a subsidiar processos de tomada de decisão em políticas, gestão, pesquisa, educação, prevenção, controle e atenção à saúde para fazer frente à influenza A (H1N1).

Publicado por: BIREME/OPS/OMS (19/05/2009)
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Especialização em Vigilância em Saúde Ambiental tem inscrições prorrogadas
Por: Ray  em: Ter 02 of Jun, 2009 [21:01 UTC]  (165 leituras)
Eventos
A Coordenadoria de Pós-graduação em Vigilância da Saúde, em parceria com a Coordenadoria de Promoção e Proteção da Saúde, da Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa), prorroga até 10 de junho de 2009 as inscrições para o III Curso de Especialização em Vigilância em Saúde Ambiental.
O curso, que tem 40 vagas, é direcionado a profissionais de nível superior, que exerçam funções de coordenação ou técnica, na área de vigilância em saúde ambiental, nos Municípios, Coordenadorias Regionais de Saúde e Secretaria da Saúde do Ceará.

Seleção

São documentos necessários para inscrição: ficha de inscrição preenchida; identidade; foto 3x4; currículo padronizado e cópias dos certificados autenticadas; declaração de vínculo e liberação para a realização do curso, assinada por: no caso de servidor do município: chefe imediato e secretário municipal de saúde; servidor da CRES: coordenador regional; servidor da Secretaria da Saúde nível central: chefe imediato e coordenador; além de carta de intenções dissertando sobre os motivos pelos quais deseja realizar a especialização.

A documentação deve ser entregue no período de inscrições na Central de Serviços da Escola de Saúde Pública do Ceará (ESP-CE), localizada na Avenida Antônio Justa, 3161 - Meireles - (85) 3101-1400.
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Guia sobre rotulagem de saneantes já está no site da Anvisa
Por: Ray  em: Sex 10 of Apr, 2009 [02:18 UTC]  (207 leituras)
O Guia para Confecção de Rótulos para Produtos Saneantes de Risco 1 já está disponível no site da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O objetivo do manual é informar as empresas sobre os dizeres de rotulagem que são obrigatórios para as diversas categorias de saneantes notificados na Anvisa.
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Brasil avança no controle de poliovírus em laboratórios
Por: Ray  em: Qua 08 of Apr, 2009 [14:30 UTC]  (291 leituras)
Gestão da Política de Vigilância Sani
Laboratórios devem informar Ministério da Saúde sobre armazenamento de materiais que contenham, ou sejam potencialmente infectantes para poliovírus selvagem (causador da poliomielite). Essa ação faz parte da estratégia global, da Organização Mundial da Saúde (OMS), para a pré-erradicação mundial da doença.

Devem participar do inquérito eletrônico todos os laboratórios públicos ou privados, mesmo os que não possuem material infectante ou potencialmente infectante para o poliovírus, do país. Além de ajudar os laboratórios a identificar materiais armazenados com possibilidade infecção para o poliovírus, esse levantamento pretende estimular o descarte de materiais desnecessários.
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Sobre a Comunidade Virtual do Núcleo de Vigilância Sanitária do Ceará
Objetivos
  • Propiciar meio de comunicação efetiva e eficiente sobre as aões de Vigilância Sanitária entre os municípios, técnicos das 21 Microregionais de saúde e Técnicos do núcleo de Vigilância Sanitária da SESA.

  • Promover e facilitar a disseminação de informação pertinente ao campo de atuação da Vigilância Sanitária junto aos atores envolvidos.

  • Criar ambiente de colaboração e parceria através da troca de informação relevante na construção coletiva das práticas e do saber de Vigilância Sanitária.

  • Constituir um meio de capacitação dos Vigilantes Sanitários, no que diz respeito a aões de cooperação técnica da SESA junto aos municípios.


  • Alguns desafios:
    1. Vencer as barreiras de práticas antigas que impedem a transparência da comunicação da informação.

    2. Superar, definitivamente, o paradigma da visão de vigilancia sanitária enquanto orgão policialesco entendendo que as aões de vigilância sanitária são recursos efetivos do SUS que promovem e protegem a saúde das pessoas.

    3. Incorporar a importância da busca e do acesso e da adoção de informação relevante, e científicas para organização das práticas e para o planejamento das aões da VISA em todos os territórios do SUS.

    4. Entender, que a participação da sociedade na condução das políticas e do desenvolvimento das aões da VISA significam antes de mais nada, a efetivação do Controle Social no SUS.

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